O mistério da morte, para os cristãos, ilumina-se à luz da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Por isso, o Concílio Vaticano II, ao recomendar a revisão do Ritual das Exéquias, pediu que nelas se exprimisse «mais claramente o sentido pascal da morte cristã», respeitando as condições e as tradições de cada região.
Pelas exéquias, a Igreja confia o defunto à misericórdia de Deus e, através da aspersão, da incensação, das flores, dos cânticos e das orações, exprime a veneração que dispensa ao corpo que foi regenerado pelas águas batismais, se tornou templo do Espírito Santo e foi alimentado com o Pão da Vida. Consola os vivos enlutados, garantindo-lhes, pela fé, a união futura com o defunto na comunhão dos santos. Desta forma a celebração da morte alimenta em todos os fiéis a esperança da eternidade e afirma o caráter escatológico da vida cristã (SC, 8; LG, 48-51), pois os que foram «configurados com Cristo na morte, com Cristo tomarão parte na Ressurreição».
São funções dos Ministros das Exéquias: presidir a celebração da Palavra por ocasião das exéquias; proceder a encomendação do corpo conforme o ritual; dar assistência pastoral à família, preparando-a para a missa de sétimo dia; e exercer o ministério da consolação.
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