João Durão é um tipo de muitos cristãos que ainda existem em nossas igrejas.
Concordam com a doutrina do dízimo, pregam sobre ela, acham que devem entregar o dízimo, mas… vamos acompanhá-lo no decorrer do ano no qual resolveu amolecer:
Janeiro: Não deu o dízimo porque o salário foi insuficiente para liquidar as dívidas do ano anterior.
Fevereiro: Ao receber, pagou todas as dívidas e não sobrou dinheiro. Lamentou não ter separado primeiro o dízimo.
Março: Foi impossível entregar o dízimo porque a sua esposa adoeceu e teve algumas despesas extras.
Abril: Separou o dízimo, mas teve que emprestar dinheiro a um irmão necessitado, sendo assim o dízimo ficou para o mês seguinte.
Maio: Foi preciso usar o dinheiro do dízimo para pagar uma prestação atrasada. Deus vai ter que esperar.
Junho: Ele deu uma pequena oferta para a igreja, só não entregou o dízimo.
Julho: Foi convidado para um casamento, teve despesas especiais, não entregou o dízimo.
Agosto: Houve um problema na casa e precisou fazer algumas obras de manutenção. Dessa vez ainda não deu para entregar o dízimo.
Setembro: Do dinheiro que poderia entregar ao dízimo precisou fazer um reparo no carro e o dízimo ficará para o próximo mês.
Outubro: Por causa de um desajuste, ainda não foi possível entregar o dízimo.
Novembro: Foi despedido do emprego e ficou sem condições de entregar o dízimo.
Dezembro: Na Celebração da comunidade prometeu ao Senhor que se conseguir um bom emprego, no próximo ano será um dizimista fiel.
OBSERVAÇÃO: No “outro ano” o João Durão arranjou um bom emprego, mas ainda não conseguiu entregar o dízimo. Não se preocupou, ele está esperando “as coisas melhorarem”.
Não seria esta a história de muitos cristãos hoje?
Fonte: Pastoral do Dízimo
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